O Núcleo Setorial de Videolocadoras da Acic envia documento nesta semana à Secretaria Municipal de Educação, ao Núcleo Regional de Educação e à Secretaria de Estado da Educação sobre um tema que tem preocupado empresários do setor. Há informações de que alguns professores das redes municipal e estadual de ensino estariam exibindo filmes piratas em sala de aula.Os empresários do setor entendem a importância de empregar as produções cinematográficas como apoio no processo de construção de conhecimento, o que não dá para aceitar é que os filmes, em vez de comprados ou locados legalmente, sejam piratas, informa o coordenador do núcleo, Marcelo Guedes. “A escola é um ambiente formador de cidadãos conscientes e responsáveis, por isso a observação às leis e à legalidade precisa ser rigorosa nesse ambiente”.
Os documentos enviados aos órgãos ligados à educação não pedem nem sugerem a punição a alguém, simplesmente comunicam o problema e cobram providências. “Donos de locadoras costumam receber professores que locam filmes e que comentam de colegas que usam filmes piratas em sala de aula. Filmes que nem estrearam no cinema já foram assistidos por alunos”, conforme Marcelo.
O professor, de acordo com o coordenador do núcleo setorial, precisa ser um parceiro no combate à pirataria e não um disseminador de uma prática que é considerada crime no Brasil. A pirataria tem um efeito perverso que é o não recolhimento de impostos e a quebradeira de empresas legalmente constituídas. Cascavel tinha há 8, 10 anos, mais de cem videolocadoras, atualmente são 25 e que atuam com dificuldades.
Preço diferenciado
Marcelo Guedes informa que os empresários do ramo estão abertos até a negociações com a escola ou professores. Os filmes serão locados a preços diferenciados, tudo para contribuir que se evite de usar o produto pirata em sala de aula. “O combate à pirataria deve ser compromisso de todos”, segundo o empresário.


Núcleo pede providências sobre a exibição de filmes piratas em escolas








