Proprietários de Lan houses em Cascavel desenvolvem duas ações práticas com a finalidade de informar sobre os trabalhos que desenvolvem no município. Eles tiveram quarta-feira encontro com o juiz de Direito Sérgio Kreuz e no dia 16 participaram de uma reunião com membros do Conselho Tutelar. O objetivo, nas duas audiências, é esclarecer sobre o que verdadeiramente acontece nas lan houses devidamente legalizadas e quanto ao apoio do núcleo nas ações de fiscalização em ambientes do gênero que operam de forma irregular em Cascavel. O coordenador do Núcleo Setorial de Lan Houses da Acic, Cleber Matos de Almeida, informa que a correção de imagem é um dos desafios que o órgão enfrenta. “Há muitas empresas do setor sérias e que respeitam a legislação e que, no entanto, são prejudicadas por outras que atuam em total desrespeito às orientações específicas ao setor. Os empresários sérios são a favor da fiscalização rigorosa nesses ambientes, porém buscam reconhecimento e valorização aos que trabalham segundo a lei”, observa ele. Um dos assuntos da audiência com Kreuz foi o teor da Portaria número 01/07, que trata sobre a freqüência de menores de idade em lan houses. Nas conversas com o juiz e com o Conselho Tutelar, os membros do núcleo vão expor ainda seu interesse em participar de ações socialmente responsáveis, a exemplo de, em parceira com entidades do setor educacional, aproximar alunos das lan houses para pesquisas, trocas de informações e para a busca de novos conhecimentos. “Parcela das lan houses são ambientes dos mais saudáveis e que se propõe, inclusive, a ajudar na inclusão digital”, diz a consultora de núcleos Claudete Ivanchichen.
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