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A aprovação da reforma tributária seria a solução para mais de 50% dos atuais problemas nacionais, para a recuperação dos empregos perdidos e para fazer com que o País voltasse a crescer, ser mais justo e competitivo. Essa é a síntese de apresentação a empresários, líderes e contabilistas, na manhã desta sexta-feira, no auditório do Senac, em Cascavel, do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB). O parlamentar é o relator da proposta de reforma tributária em debate no Congresso e que começará a ser apreciada em comissões técnicas a partir de agosto.

Um dos argumentos do deputado é que se o Brasil tivesse crescido na média mundial nos últimos seis anos seu PIB seria, em vez dos atuais R$ 6 trilhões, de R$ 7,2 trilhões e a arrecadação pública seria R$ 400 bilhões maior. “A reforma tributária é do interesse de todos e se não for feita a crise, ao contrário de solucionada, será agravada com consequências das mais sérias ao País”, conforme Hauly. Para explicar os pontos centrais da proposta, que trará simplificação e equalização tributária, o parlamentar fez uma retrospectiva para explicar o caos que toma conta desse fundamento nacional.

Há 37 anos, o Brasil não acompanha a média de evolução econômica do planeta. E isso é consequência das profundas inadequações tributárias. Hoje, a legislação é contra a produção, as empresas e os empregos. É imprescindível, com serenidade, conhecimento e tecnologia, fazer com que o sistema seja neutro, tornando o País competitivo. “Do jeito que estamos, nem o Paraguai conseguimos enfrentar”, afirmou Hauly. As microempresas respondem por 60% dos empregos e por 27% do PIB, e essa participação precisa ser muito maior e há como fazer isso, garante o deputado. Ele explicou sobre a criação do ICMS, há mais de 50 anos, de alterações no sistema tributário e do uso, pela União, de contribuições que a tornaram uma potência arrecadadora, enfraquecendo por outro lado estados e municípios.

As sérias distorções do modelo em vigência fazem com que as empresas sejam obrigadas a conviver com o mais caótico sistema tributário do mundo. O Brasil é atualmente o último colocado no ranking das 20 principais economias do planeta em renda per capita e é dono da 20ª maior carga tributária, disse Hauly, um dos arquitetos da aprovação do SuperSimples Nacional, que beneficia micros e pequenas empresas, e da Lei Kandir, que transformou no passado o Brasil em maior exportador mundial. Ele chegou a citar, no entanto, uma invenção nacional que mostra o tamanho do atraso, da exportação de impostos, o que traz sérios prejuízos aos produtos brasileiros destinados ao mercado internacional.

Exemplos

O atual modelo tributário é caótico, confuso, irracional, complexo e forte, porque tem o poder de matar empresas e empregos. O objetivo deve ser a progressão e não o contrário. Adepto da regressão, o Brasil se torna injusto porque faz com que os que menos ganhem paguem mais impostos. Luiz Carlos Hauly citou que os Estados Unidos, que detêm US$ 16 trilhões do PIB mundial hoje na casa dos US$ 75 trilhões, têm poucos tributos no consumo, o que torna a sua economia mais dinâmica e assertiva. “Assim eles conseguem enfrentar o enorme poderio econômico e industrial da China”, ressaltou.

O deputado exemplificou o tamanho da carga tributária sobre os mais pobres. Quem ganha até dois salários mínimos paga 54% de impostos e quem recebe acima de R$ 30 mil por mês, 29%. “Por isso, não temos consumo. Os que menos faturam, que são a grande maioria, não podem comprar porque estão sempre endividados”. Hauly falou de outra distorção, as renúncias fiscais, que no atual exercício chegarão a R$ 284 bilhões. E pior, disse, elas ocorrem sem qualquer critério de justiça e bom-senso. Só no ICMS ela é de R$ 200 bilhões por ano, fruto de uma irracional guerra fiscal entre os estados. “E quem não entrar nesse jogo bruto está fora. Perderá muito”, lamentou o relator da proposta da reforma tributária.

A sonegação chega a R$ 460 bilhões por ano, há R$ 1,5 trilhão em impostos que estão em contenciosos judiciais e as dívidas dos estados e municípios alcançam R$ 3 trilhões. Desses, apenas R$ 500 bilhões são recebíveis, já que o resto se perdeu ao longo dos anos por diversos motivos, entre eles a quebradeira de muitas empresas. O número de ações tributárias no País atualmente é de 3,3 milhões por ano, ou 80% de todas as que são movidas no período no mundo. A burocracia, ressaltou o parlamentar, representa 2,6% do custo final de um produto industrializado. Nos últimos seis anos, a economia mundial cresceu 20%, a chinesa 50% e a brasileira regrediu 0,7%. “Não tem mais dinheiro nem de onde tirar. Por isso, precisamos fazer a reforma”, disse Hauly.

Composição

O deputado também apresentou a composição da arrecadação de tributos no País. Os impostos do consumo representam 54%, da renda 20,7%, da Previdência 20,4% e do patrimônio 4,4%. Hauly citou uma informação preocupante. Se nenhuma mudança for feita na Previdência Social, em 30 anos o maior valor pago de benefício será de um salário mínimo. O conceito para um novo Brasil começa por mudar o sistema tributário, que permitirá ao País crescer até 7% ao ano.

Os principais pontos da proposta em debate são: zerar alíquota de remédios e alimentos; industrializar o Brasil por meio de imposto zero a máquinas e a equipamentos; seletividade e implantação do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), fortalecer municípios – fazer com que todos os tributos de propriedade fiquem para eles; acabar com a cunha fiscal nos empréstimos bancários – fim do IOF; manter e fortalecer o Simples Nacional; colocar um ponto final na guerra fiscal dos estados e melhorar a gestão e a tecnologia dos sistemas de controle de finanças públicas.

As medidas em debate não reduzirão a carga tributária e manterão a participação na arrecadação, com redução, no entanto, da sonegação, da elisão fiscal, diminuição de encargos sobre a folha de pagamentos, combate à renúncia fiscal e desburocratização. Para o presidente do Sescap-Paraná, Mauro Kalinke, aprovar a reforma é fundamental para que o País saia de sua pior crise e o proteja de constantes oscilações econômicas. Conforme ele, deve existir bom-senso e união de todos os setores nacionais para que as mudanças ocorram e então empresas e trabalhadores possam ter chances de crescer, fortalecendo a economia nacional.

De acordo com Michel Lopes, diretor regional do Sescap-Paraná e coordenador da Câmara Tributária da Acic, o equilíbrio e a assertividade das propostas elevam substancialmente suas chances de aprovação da matéria. Conforme Michel, está praticamente insustentável empreender no País e não há mais espaço para minirreformas ou medidas paliativas. É preciso simplificar, desburocratizar e modernizar os fundamentos tributários nacionais. “Todos queremos o melhor para nosso País e um dos caminhos para tanto é colocar essas medidas saneadoras em prática”, afirma o contabilista.

Agroinovação

Diretores da Acic, associados e empresários vão ter a oportunidade de conhecer mais sobre o projeto de implantação do Parque Tecnológico de Agroinovação. O assunto vai ser apresentado na noite desta quinta-feira, 6, a partir das 18h30, na reunião empresarial da entidade. A reformulação da Fundetec foi feita pela Fundação Certi e Sebrae, especialistas na elaboração de planejamento e modelos jurídicos para parques tecnológicos. Mais informações podem ser conseguidas com a secretária-executiva da Acic, Rosana Lovo, pelo telefone 3321-1432.

Sipat

De sexta-feira, 7, ao dia 14 de outubro, colaboradores da Acic vão participar da 2ª Sipat, Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho. Haverá palestras durante toda a programação, entre outras, sobre perigos da automedicação, prevenção ao câncer e ergonomia.

Delegados

Estão abertas até sexta-feira, 7, inscrições aos cooperados interessados em concorrer à função de delegado do Sicoob Credicapital. As inscrições devem ser feitas na agência na qual o associado é filiado. A eleição será realizada no dia 27 de outubro, das 10h às 15h, nos postos de atendimentos ligados à cooperativa de crédito. Sessenta e cinco delegados serão eleitos pelos cooperados e terão mandatos de três anos. Os atuais podem se candidatar à reeleição. A inscrição deve ser feita no mesmo PA em que o associado é cooperado.

Só até segunda

Empresários que queiram aderir à maior campanha de Natal de Cascavel precisam se apressar. A adesão pode ser feita apenas até segunda-feira, 10. Serão mais de R$ 99 mil em prêmios, entre eles dois carros zero quilômetro. Há kits a partir de R$ 395. Mais informações com o Departamento Comercial da entidade no telefone 3321-1400.

Coaching

José Rodolfo Grou será o instrutor do curso Coaching aplicado ao atendimento de clientes. O treinamento será nos dias 14 e 15 de outubro, respectivamente, das 19h às 23h, e das 8h às 18h. Entre os assuntos em pauta estarão identificando o perfil comportamento do cliente e saber se postar na posição de apoio ao cliente. O investimento é de R$ 350 a associados e a estudantes e de R$ 450 aos outros interessados. Mais informações pelos telefones 3321-1415 e 3321-1452.

Valor nas organizações

Aprendendo a enxergar o fluxo de valor nas organizações é o assunto de treinamento agendado para o dia 15 de outubro, das 8h às 18h, na Acic. Os conteúdos serão apresentados por Cristiano Santos. Entre outros tópicos, os inscritos aprenderão sobre conceito, enxergando o estado atual, valor e desperdícios e plano para implementação. O valor da inscrição é de R$ 130 a associados e a estudantes e de R$ 260 aos demais. Informações adicionais pelos telefones 3321-1415 e 3321-1452.

Compra Paraná

Meis, micros e pequenos empresários formam o público-alvo de evento sobre Compra Paraná que será realizado de 18 a 20 de outubro, das 19h às 23h, na Acic. Diversos temas estarão na pauta, como benefícios da lei complementar 123/2006, legislação de compras e análise de risco, a preparação para a licitação e pregão presencial com benefícios à micro e pequena empresas. O investimento é de R$ 100. Informações adicionais 3321-1415.

Fórum do Empreender

A segunda edição do Fórum do Empreender da Acic será no dia 25 de outubro, a partir das 19h. Os nucleados inscritos assistirão a duas palestras: Liderança e atualidade brasileira, com Marcelo de Elias, e Reinvente-se, o líder resiliente, com Eliane Brigmann. A promoção é do Empreender, Acic, Sicredi, Fomento Paraná, Unimed e Garantioeste. A inscrição é gratuita. Mais informações pelo telefone 3321-1400.

Revendas de gás

Sindicato das Empresas de Gás do Paraná em parceria com Acic e Acim de Maringá promovem um grande evento no dia 26 de outubro, das 13h às 18h, na associação comercial em Cascavel. A expectativa é de reunir cerca de cem pessoas que debaterão sobre atualidades empresariais. São objetivos do evento também celebrar convenções de trabalho entre revendas de gás, combater o comércio irregular de GLP e a formação de delegacias do sindicato.

Beauty Festival

Cascavel vai sediar um evento inédito de 20 a 22 de novembro. É a Beauty Festival, feira que promete ser a maior da área de cosméticos e estética do Sul País. Ela será realizada no Centro de Convenções e Eventos e espera receber 20 mil visitantes. O evento vai acontecer em um espaço de dez mil metros quadrados. Lá, 150 expositores vão mostrar tendências e novidades de uma indústria em forte expansão. A organização é do Grupo 003 com apoio da Acic, Sebrae, Prefeitura, Comtur e Convention Bureau.

Garantioeste

Empresário, a região conta com uma estrutura especializada em fornecer cartas de aval. É a Garantioeste, Sociedade de Garantia de Crédito do Oeste do Paraná. Ela trabalha em parceria com alguns dos principais agentes financeiros da região. Uma das vantagens de se utilizar os serviços da SGC é ter acesso mais fácil ao crédito e com taxas diferenciadas. Há linhas com juro a partir de 0,60% ao mês mais CDI. Saiba mais sobre a Garantioeste. Há um consultor à sua espera na Acic. Telefone de contato é o 3321-1465.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Luiz Carlos Marcon, participou da reunião de diretoria da Acic na manhã desta terça-feira. Ele deu detalhes sobre a PPP para contratação de empresa que executará os serviços da coleta de lixo. Com base na legislação e em todas as exigências apresentadas pela Justiça à administração pública municipal, o novo contrato vai incorporar a execução de oito serviços que o atual contempla.

Marcon informou que todo o processo tem sido cuidadosamente analisado desde setembro e que, diante de tudo o que deverá ser cumprido, a minuta é a mais adequada à realidade de Cascavel. “E tudo feito de forma técnica, com o máximo de transparência e de respeito aos recursos do contribuinte”, afirmou o secretário municipal do Meio Ambiente.

Entre outras tarefas que o contrato prevê estão a geração de energia a partir do biogás (inclusive renderá recursos ao município), compostagem e beneficiamento de resíduos sólidos, operação, manutenção e encerramento do aterro, compra de área para a implantação de um novo aterro em área indicada segundo estudos técnicos, realização de programa de orientação e conscientização ambiental, de centro de atendimento a clientes, operação de pontos para a coleta de materiais como móveis velhos, lixo eletrônico e resíduos de materiais de construção.

O contrato ainda prevê pelo menos quatro roçadas anuais em uma área quadrada de cerca de três milhões de metros em ambientes de preservação, bem como instalação de três estações de triagem e de reciclagem de lixo. Marcon informou que Toledo destina o equivalente a 17% de sua receita aos serviços de coleta do lixo, Brasília 4,7% e Cascavel, 5,7%. Com o novo contrato, por PPP, o percentual continuará praticamente o mesmo, disse o secretário aos empresários.

Inúmeras situações precisarão ser geridas e enfrentadas no processo, a exemplo dos 65 pontos de catadores independentes que geralmente desenvolvem suas tarefas em áreas de fundo de vale, e que precisam ser preservadas. Estudam-se caminhos eficientes para retirar essas famílias desses locais sem que percam a sua fonte de receita. Com a PPP, a administração passará a ser fiscalizadora dos serviços e não terá, como ocorre em municípios onde o trabalho é municipalizado, dificuldades de todo tipo com pessoal.

Prazo

Diante das leis e realidades de cada município, cada situação é peculiar, mas com as mudanças previstas Cascavel terá um dos melhores sistemas de coleta do Estado, rivalizando com Curitiba. Luiz Carlos Marcon falou também sobre o prazo do contrato, de 20 anos, considerado elevado inclusive por empresários ligados à Acic. O secretário explicou que, para atender a todas as tarefas previstas do contrato com base nas leis, a empresa terá de fazer investimento no valor de R$ 47 milhões em máquinas e outros equipamentos. E tudo o que a empresa fizer em estruturas físicas ficará para o município.

Como a previsão de retorno é de 7%, e desse valor ainda será diluído o investimento ao longo dos anos além de outros encargos, há necessidade de um contrato com a duração informada. Diretores da Acic fizeram sugestões a Marcon, como de prever auditorias para tornar todo o processo amplamente transparente ao longo dos anos e da inclusão de uma cláusula que permita o rompimento mediante pagamento de multa caso um futuro prefeito entenda que ele precise ser mudado ou desfeito. Uma audiência no dia 28, às 19h, no auditório da prefeitura vai aprofundar o assunto. Todos estão convidados a participar.

Legenda

O secretário Marcon participou de reunião de diretoria da Acic na manhã desta terça-feira

A Acic entrou no clima das tradicionais festas de São João. Barracas com comidas típicas e bandeirolas foram instaladas na entidade para recepcionar associados e pessoas que costumam se relacionar com a entidade. Na noite de quinta, as barracas serão montadas no hall de recepção aos convidados para a reunião empresarial.

A última reunião de diretoria da gestão de José Torres Sobrinho na Acic, na manhã desta terça-feira, foi especial. Ela foi a centésima realizada desde que o corretor assumiu o comando de uma das três maiores associações comerciais do Estado. “Só tenho a agradecer a todos que contribuíram para promover avanços importantes à trajetória de 55 anos da entidade”, disse Torres, que entrega o comando ao sucessor, Alci Rotta Júnior, oficialmente na noite desta quinta-feira, às 18h30, na Sala Paraná.

O gerente geral César Ioris fez uma apresentação prévia dos resultados da gestão. Um deles demonstra o êxito alcançado: houve acréscimo de 45% acima da expectativa previamente planejada. Torres informa que uma das principais contribuições de sua gestão à entidade foi de fazer dela um modelo de gestão e de planejamento às suas empresas filiadas. “Hoje, a Acic está ainda mais ágil, conectada às mudanças e comprometida com metas e resultados. Só tenho a agradecer, tanto a diretores e a colaboradores, pela dedicação para fazer da associação comercial um modelo”.

Posse

A posse festiva de Alci Rotta Júnior, na presidência, e de Edson José de Vasconcelos, na vice, será no dia 11 de junho, no salão social do Tuiuti Esporte Clube. Os convites serão comercializados a R$ 65 por pessoa. Diversas autoridades foram convidadas e já confirmam presença. A expectativa é que a solenidade reúna cerca de 700 pessoas.

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José Torres Sobrinho comandou, na manhã desta terça-feira, a centésima reunião de diretoria de sua gestão

Diretores da Acic vão representar a entidade no Jantar da Indústria, agendado para a noite desta quarta-feira, a partir das 19h30, no Clube Aliança, em Marechal Cândido Rondon. O evento é organizado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná, e vai contar com a presença de diversos líderes, entre eles do presidente da Fiep, Edson Campagnolo.

Além do jantar de confraternização pela passagem de um segmento importante para as economias da região e do Estado, o evento da noite desta quarta fará homenagens a duas personalidades. Receberão o título de Mérito Industrial o cascavelense José Luiz Parzianello, ex-presidente do Sinduscon/Oeste, e o toledano Rainer Zielasko, ex-presidente da Faciap.

Junta Comercial do Paraná, Sebrae e Fecomércio são parceiros na realização de atividades que fortalecem a Empresa Fácil no Estado. Nesta semana, várias atividades estão agendadas para falar do alcance do programa. Em Cascavel, duas merecem destaque. Nesta quarta-feira, das 20h às 21h30, será realizada palestra de apresentação do programa, na Acic.

Na quinta-feira pela manhã, também na associação comercial, contadores e servidores vão receber mais informações sobre a agilização de abertura de empresas àquelas consideradas de baixo risco. Essas, de acordo com a Jucepar, somam 85% de todos os processos de constituições de novas pessoas jurídicas no Paraná. Reduzir o tempo de abertura é compromisso da Junta Comercial do Paraná, sob a liderança de Ardisson Akel.

Um dos aspectos importantes da programação é que a partir de 30 de abril ocorrerá alteração nos processos relacionamentos à abertura, alteração e baixa de empresas nos municípios do Estado. As atividades são gratuitas. Mais informações podem ser conseguidas pelo telefone 3321-1400, com o gerente geral da Acic, Cesar Ióris.

Diretores da Acic e do BRDE aproveitam a realização do Show Rural Coopavel para confirmar parceria que vai contemplar empresários filiados à associação comercial. O ato ocorrerá às 14h desta terça-feira, 3, no estande do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul, no CT da cooperativa.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Cascavel, José Torres Sobrinho, informa que a parceria vai facilitar o acesso de empresas às linhas de crédito da instituição. O foco preferencial dos financiamentos é para investimentos e para melhorias que possam contribuir para avanços na produção e consequente contratação de mais colaboradores.

O primeiro contrato do BRDE, na parceria com a Acic, será assinado na tarde desta terça-feira. Recursos vão ser liberados à Gráfica Tuicial, que vai utilizar a soma conseguida na ampliação do seu parque gráfico. Uma colaboradora da entidade foi especialmente treinada para oferecer aos associados todas as informações necessárias sobre as linhas disponíveis na instituição. Mais informações pelo telefone 3321-1400.

A Associação Comercial e Industrial de Cascavel realizou na noite de terça-feira a última reunião de diretoria do ano de 2014. Além de temas importantes à classe empresarial, o encontro serviu para que os diretores confraternizassem em jantar.

A diretoria já definiu a agenda de trabalhos para 2015, com primeira reunião marcada para 27 de janeiro, então de volta ao horário tradicional dos encontros, às 7h30, na Sala Paraná. O primeiro encontro empresarial, por sua vez, está agendado para o dia 12 de fevereiro, às 18h30.

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A última reunião de diretoria da Acic em 2014, na noite de terça-feira

A Acic ainda fará duas reuniões de diretoria no exercício de 2014. A próxima, agendada para 9 de dezembro, seguirá normalmente, com início às 7h30, na Sala Paraná. A última, do dia 16, será à noite, às 19h30, com confraternização entre os diretores.

O presidente da Acic, José Torres Sobrinho, foi uma das autoridades recentemente homenageadas pelo Comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada de Cascavel. Ele recebeu, das mãos do general Altair José Polsin, certificado de Amigo da Brigada.

O mais pobre dos países das Américas sofreu um duro golpe em janeiro de 2010. Um terreno de magnitude 7,3 na Escola Richter devastou grande parte de uma das mais sofridas nações do mundo. O sismo ocorreu na parte oriental do Haiti, na Península de Tirubon, a cerca de 20 quilômetros da capital Porto Príncipe. O tremor foi a apenas dez quilômetros de profundidade e atingiu em cheio a região mais populosa do país. Cerca de 350 mil pessoas morreram, inclusive brasileiros, entre eles a então presidente da Pastoral da Criança, Zilda Arns.

O Brasil mantém tropas no Haiti desde 2004 e o sismo de 2010 obrigou o comando do Exército, responsável pela segurança, a reverter todo o seu planejamento de ação. À época, a liderança estava com Ajax Pinheiro, general com recente passagem pelo Exército em Cascavel. Liderança em tempo de crise foi o tema de palestra que Ajax apresentou a empresários, a formadores de opinião e a acadêmicos na Acic, na noite da última sexta-feira.

O Haiti enfrenta desde o início dos anos 2000 séria instabilidade econômica, política e militar e a ONU decidiu, diante da falta de comando e dos crimes que vinham ocorrendo, por uma intervenção pacífica na área. Nove batalhões de várias partes do mundo garantem a segurança na ilha (nove mil homens), na região Central das Américas. O Exército Brasileiro mantém 1,3 mil soldados no país. A troca da corporação ocorre a cada seis meses.

Com nove milhões de habitantes, o Haiti tem extensão de 27 mil quilômetros quadrados. Está em uma região que não tem água potável, não possui qualquer riqueza mineral e as árvores que existiam na ilha foram, ao longo das décadas, transformadas em lenha. A agricultura praticamente inexiste, porque o solo é da pior qualidade, segundo o General Ajax, que precisou, diante do novo cenário que se estabeleceu agir com rapidez para evitar que um quadro ainda pior se instalasse no país. “Foi um desafio gigantesco, mas de enorme aprendizado a todos nós”, garante.

Destruição

Além de centenas de milhares de mortos, o terremoto deixou 40 mil amputados e mais de um milhão de desabrigados. A capital foi devastada, bem como a maior parte do País. Os criminosos mais perigosos, que foram presos em seis anos de ações do Exército Brasileiro, ganharam a liberdade em poucos minutos. Os que não morreram (cerca de 4,5 mil) voltaram a apavorar as comunidades de desabrigados. A grande questão, diante de todo aquele caos, era como agir em um panorama tão ruim?, segundo o General Ajax.

Ajax não foi uma das vítimas fatais do terremoto por pouco. Devido a um imprevisto ele não pode comparecer a uma reunião no prédio da ONU, que foi duramente castigado pelo sismo. Lá, mais de 150 pessoas morreram, inclusive oficiais brasileiros e elevadas autoridades das Nações Unidas. “Para problemas novos, fomos obrigados a adotar ideias inovadoras”, conforme o general. Um dos desafios eram as incertezas de como agir diante de uma das maiores catástrofes naturais da atualidade mundial. Um dos inimigos que eles enfrentaram foi a guerra de propaganda, alimentada por pessoas e grupos que ainda buscavam se promover diante de uma situação tão caótica.

O alto comando do Exército percebeu que era preciso agir também com uma questão cultural, que é a forte emotividade típica do povo brasileiro. Depois de detalhar sobre as medidas emergenciais adotadas pelo Exército, Ajax citou também as lições aprendidas, que são multiplicadas com toda a corporação no País. As principais são: flexibilidade, manter a moral elevada e o grupo unido, estar tecnicamente preparado, agir com frieza, superar atritos internos, agir com autoridade e nobreza, valorizar o diálogo e o foco da missão, reconhecer riscos, equilibrar razão e emoção e priorizar sempre a solução do problema.

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O general Ajax Pinheiro durante palestra no auditório da Acic

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