O presidente da Acic, Marcos Roberto Teixeira, abriu os trabalhos da reunião empresarial da noite de quinta-feira, apresentando um breve histórico da pavimentação das marginais da BR 277. O empresário Valdnei Francisco Bobato, presidente do Conselho Superior da Acic, lembrou que essa é uma bandeira de mais de 20 anos, original e insistentemente cobrada pelo ex-diretor Adão Gasparovic.Há cerca de cinco anos, empresários daquela região da 277 procuraram a Acic a fim de buscar uma solução para as marginais. Assim começou um trabalho conjunto, de empresários do trecho, concessionária, prefeitura e Acic para elaborar um projeto base para conseguir licitar a obra junto ao Dnit.
"Esses que acabo citar pagaram pelo projeto que conduziu à concretização agora das marginais. O objetivo de todos foi e é de contribuir com o desenvolvimento do municÃpio e com a segurança dos que por lá trafegam", segundo Marcos. Mesmo diante dos problemas técnicos que surgiram agora, quase cinco anos depois da elaboração do projeto base, o diálogo de alto nÃvel e comprometido prevaleceu para conseguir executar o melhor, acrescenta o presidente da Acic.
Interesse maior
O secretário de Obras, Paulo Gorski, diz que quando surgiram os primeiros problemas a prefeitura buscou informações na tentativa de preservar o interesse maior da comunidade, por uma obra bem feita, segura e que atendesse aos empresários da região. "O diálogo franco ajudou a superar todos os obstáculos, mas sempre primamos pelo melhor resultado possÃvel para o coletivo", afirma.
O engenheiro Luiz Bendoti, da empresa contratada para fazer o projeto base, informou que o estudo tomou como ponto de partida um antigo anteprojeto da concessionária e da prefeitura. A finalidade do básico era ter acesso ao Dnit e iniciar o processo de licitação. Ele deveria, em função das mudanças ocorridas com o tempo, ter passado por vários ajustes, o que tem sido feito agora pelo departamento.Duplicação
Já o gerente de Engenharia da Ecocataratas, Jeancarlo Mezzomo, ressaltou que a preocupação da concessionária, além de preservar o patrimônio da União, era garantir segurança e também não dificultar a futura implantação da duplicação nesse trecho da 277. "Pedimos também, diante disso, que a trincheira da Laminadora fosse analisada com bastante critério, para que não viesse a ser perdida no futuro com a duplicação". O bom senso prevaleceu, de acordo com ele.Legenda das fotos:
1 - Marcos Roberto Teixeira, presidente da Acic
2 - O secretário de Obras, Paulo Gorski
3 - Luiz Bendoti, da empresa contratada para fazer o projeto
4 - Jeancarlo Mezzomo, gerente de Engenharia da Ecocataratas
Crédito das fotos: César Machado/Vale Press


Teixeira traça histórico das marginais








